Queridos leitores/seguidores: Fechei o blog não por motivo de manutenção, mas por motivo de dúvida. Não sei o que fazer com ele no momento. Possivelmente eu o excluirei, mas não decidi sobre isso ainda. Pensarei no assunto durante esses dias e irei avisá-los em breve. Caso queiram entrar em contato comigo, visitem meu outro blog: kaze--hikaru.blogspot.com Agradeço as visitas, os convites de parceria que me fizeram e os últimoes comentários. Infelizmente, não serei capaz de respondê-los/retribuí-los no momento, por motivos pessoais. Muitas coisas tem ocorrido comigo ultimamente, e preciso lidar com elas, e manter vários blogs durante esse período da minha vida não é mais possível. Gosto muito de todos vocês, e com certeza sentirei saudades! Um grande abraço, - A Garota da Casa 12

Histórias do Concurso para Votação

☆ヅ | via Tumblr
Oi pessoal!
A internet aqui em casa ainda não se normalizou, mas consegui dar um jeito de vir aqui postar os textos do concurso.
Como foram poucas pessoas que participaram, não terão duas seções no concurso, a de Historia mais Criativa e a Mais Bem Escrita, apenas uma: a de Melhor Historia
Então, tudo o que terão de fazer sera ler as três historias que estão concorrendo, avalia-las, tanto a escrita como o enredo, e votar na que mais gostaram na enquete ao lado. 
Confiram!

CoOl aNiMe PiCs | via Facebook KAWAII🙈🙉 | via Tumblronly the strongest will survive | via Tumblr

Talvez..., por Bianca Vieira (Estrambotices)

Uma caixa de leite
Um pacote de macarrão
Duas latas de ervilha
Laranjas
Essa era a lista de compras de mamãe pregada na geladeira. Simples. Direta. Clara. Óbvia. O dinheiro no balcão, treze reais e cinquenta e cinco centavos, indicava tudo: eu teria de ir ao supermercado. A lista, escrita em letras deitadas, rápidas e rabiscadas, parecia emitir uma ordem que precisava ser cumprida imediatamente.
Peguei o pequeno pedaço de papel, rasgado de um caderno qualquer, e montei na bicicleta. A bicicleta, que era velha, vermelha e com o guidão amarelo, rangia a cada vez que eu dava uma pedalada.
A tarde era monótona, e o sol dava seus últimos suspiros atrás das montanhas, no horizonte, tentando brilhar um pouco mais no céu rosado. 
Mal sabia eu, que aquela seria uma tarde que mudaria o resto de minha vida. 
Cheguei ao supermercado depois de alguns minutos,e logo percebi um ar diferente naquele lugar... Algo estava muito errado. . .
Continuação...
Bom, eu gostaria de dizer que tudo não passou apenas de uma leve e desleal intuição martelando por entre meu psíquico fantasioso, e que nada, absolutamente nada daquilo aconteceu. Mas sinto em lhe informar que sim, realmente aconteceu. Pense o que achar conveniente para si,q ue eu sou apenas uma garota de fanatismo literário que de tanto ler já não é capaz de distinguir a realidade da ficção, ou até mesmo quem sabe eu não estivesse um tanto anestesiada,vai saber. Enfim, pense o que quiser. Mas tudo o que lhe peço, é para que não pare de ler. Por favor, não pare. Acontece que minha mente costuma ser possuída por um intenso e prolongado FlashBack, tão intenso que costumo me lembrar das coisas mais bobas e circunstanciais da minha vida, e da vida das outras pessoas também.Sim,da vida de outras pessoas,por que não?
Me lembro perfeitamente daquela tarde. Ao completar a mesma rota ao velho supermercado que eu já estava cansada de ir sempre que mamãe precisava, pela primeira vez em anos percebi que algo estava errado.Não exatamente “errado”,mas havia algo fora do lugar,minha mente martelava em insistir que algo estava diferente,eu realmente DEVIA estar ali. Me recordo de cada rosto como se formassem um só. Mas havia detalhes,e através desses detalhes,eu me dei por conta de que não estava ali. Ora essa,se eu devia estar ali,como eu não estaria mais? Pois bem,eu devia estar, mas não estava.
Aconteceu como um simples piscar.Em um momento confuso de não saber mais o que fazer, tomei por solução, começar a esbarrar propositalmente nas pessoas ao meu redor, mas ninguém, absolutamente ninguém era capaz de me perceber até então. Foi quando tive a impressão de ter sido tocada em minhas mãos por alguém,e esse sim,havia não necessariamente me notado,mas sentido a minha presença. Minha pulsação acelerou devidamente quando percebi que conhecia aquele alguém,não me pergunte de onde,como,muito menos o “por que”. Mas era como se uma parte minha tivesse se mesclado à ele.
Mesmo depois de anos após tal acaso, não sei dizer, muito menos explicar como tudo começou.O único rosto que não me recordo de forma alguma é o dele.Talvez não fosse mesmo para me lembrar,talvez não devesse mesmo ser,talvez ainda não estivesse na hora de acontecer. Eu simplesmente abri os olhos e me deparei com mamãe ao meu lado sorrindo aliviada e dizendo que tudo ficaria bem.Achei mais aceitável à realidade humana não contar à ninguém, simplesmente escrever nas páginas deste diário e passar quem sabe o resto de minha vida tentando ao menos entender o que aconteceu. Bom,sei que você deve estar procurando o sentido disso tudo,e talvez não tenha nenhum mesmo.Talvez nós nos conhecêssemos apenas dos sonhos,ou talvez tudo não passasse de uma forma de me consolar e dizer que ele estaria á me esperar. Ou talvez,quem sabe,nunca tenha começado mesmo, sempre existiu. 

ad infinitumFindmeindreamland.tumblr.com ✖✖✖ | via Tumblr

A lenda de Welville, por Carolina Santos (Diario de uma Princesa do Rock)

Uma caixa de leite 
Um pacote de macarrão
Duas latas de ervilha
Laranjas
Essa era a lista de compras de mamãe pregada na geladeira. Simples. Direta. Clara. Óbvia. O dinheiro no balcão, treze reais e cinquenta e cinco centavos, indicava tudo: eu teria de ir ao supermercado. A lista, escrita em letras deitadas, rápidas e rabiscadas, parecia emitir uma ordem que precisava ser cumprida imediatamente.
Peguei o pequeno pedaço de papel, rasgado de um caderno qualquer, e montei na bicicleta. A bicicleta, que era velha, vermelha e com o guidão amarelo, rangia a cada vez que eu dava uma pedalada.
A tarde era monótona, e o sol dava seus últimos suspiros atrás das montanhas, no horizonte, tentando brilhar um pouco mais no céu rosado. 
Mal sabia eu, que aquela seria uma tarde que mudaria o resto de minha vida. 
Cheguei ao supermercado depois de alguns minutos. E logo percebi um ar diferente naquele lugar... algo estava muito errado. 
Continuação...
 O mercado estava vazio, e para a minha surpresa havia uma enorme passagem que me puxava cada vez mas até que entrei.
 Acordei em uma floresta toda queimada e ao meu lado um garoto que dizia ser um guerreiro, e me contou toda a historia do que se passava. O nome dele era Josef.
- A muito tempo existia um mago cruel e uma sacerdotisa, o mago foi banido por ela , mais tarde voltou para se vingar, a agora pretende ir para o seu mundo.
- Como? - perguntei assustada.
- Atravez do sangue da antiga sacerdotisa, que esta morta ele procura sua reencarnação, que acredito ser você.
- Eu como...
Antes de  terminar a frase fomos capturados, o por artimanha do destino não se como nos encontramos com o mago e no meio da batalha que se formou, descobri forças em mim que não conhecia e vencemos juntos o inimigo. Um portal apareceu e fui sugada antes mesmo de disser adeus.Acordei juntos as pessoas do mercado ninguem se lembrava de estar preso so eu. Não sabia se aquilo havia sido um sonho ou a mais pura realidade.

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Dia incomum, por Carlos Keyti Shimakura

Uma caixa de leite.
Um pacote de macarrão.
Duas latas de ervilha.
Laranjas.
Essa era a lista de compras de mamãe pregada na geladeira. Simples. Direta. Clara. Óbvia. O dinheiro no balcão, treze reais e cinquenta e cinco centavos, indicava tudo: eu teria de ir ao supermercado. A lista, escrita em letras deitadas, rápidas e rabiscadas, parecia emitir uma ordem que precisava ser cumprida imediatamente.
Peguei o pequeno pedaço de papel, rasgado de um caderno qualquer, e montei na bicicleta. A bicicleta, que era velha, vermelha e com o guidão amarelo, rangia a cada vez que eu dava uma pedalada. A tarde era monótona, e o sol dava seus últimos suspiros atrás das montanhas, no horizonte, tentando brilhar um pouco mais no céu rosado. Mal sabia eu, que aquela seria uma tarde que mudaria o resto de minha vida.
Cheguei ao supermercado depois de alguns minutos. E logo percebi um ar diferente naquele lugar... algo estava muito errado.
Continuação...
Aos poucos que me aproximava a cor da atmosfera mudava; e percebi que o caminho cinzento no céu realmente não indicava uma tarde normal, pois o fogo ja estava consumindo boa parte do estabelecimento. Sim, era um enorme incêndio.
Pessoas a uma certa distância estavam paralisadas com a forma que as chamas se espalhavam. E eu claro, estava as acompanhando assistindo cada parte sumir nas cinzas. Os bombeiros desesperados tentavam apagar as chamas até que houve uma explosão. Estilhaços de tudo quanto material saiam cortando e esmagando a primeira coisa que encontravam. E naquele momento não deu tempo de pensar em nada além de abaixar e se proteger com os próprios braços. A bicicleta que eu segurava por sorte caiu por cima de mim protegendo algumas partes do corpo, mas gritos e estrondos já me davam a impressão de como tudo estava ocorrendo.
Um caos, desespero e dor. Coisas que eu sentia se intensificarem mais em mim e ao redor.
Nos primeiros instantes me recusei a olhar, mas senti algo escorrer pelo meu rosto, braços e pernas, algo que só descobriria quando realmente abrisse os olhos e encarasse o medo. Em meio aquela poeira mal conseguia respirar, mas o pouco de fôlego que ainda tinha era o suficiente para correr o mais longe dali. Com as roupas manchadas de sangue me levantei e com a pouca visibilidade pude observar uma mão envolvida em brasa; uma mão sem uma pessoa, arrancada durante supostamente a explosão. O pânico cresceu em mim e retornou a me paralisar, só depois de poucos segundos consegui sair deste estado quando algo cai sobre mim, e com a pouca força que surgiu de mim evitei que sua queda fosse ao chão.
Era uma garota que em meus braços sussurrava ajuda.
- Por favor... - Ela dizia.
- Calma! Vou tira-la daqui- Disse em seu ouvido enquanto a acolhia próximo ao meu corpo tremulo.
Ela era pesada para uma garota tão bonita e delicada. Ou será que eu que era um fracote? Bem, isso realmente não importava o que queria mesmo era a segurança de ambos; e desafiando meus limites corri o mais rápido que pude tentando arrancar nossos corpos da cortina de fumaça formada naquela destruição.
Graças a Deus a ajuda estava o mais perto possível. As luzes e sons das sirenes me guiavam e chegando a um parque avistei as ambulâncias.
- EEEEEEEEEIIIIIIIII!!!!!!!!! AJUDA AQUIIII!!!!!- Berrei arranhando a garganta seca.
De imediato algumas pessoas vieram e nos socorreram. Os pequenos machucados em mim foram tampados por curativos, mas já a menina teria que ser levada ao hospital. Olhando a ambulância se distanciar rapidamente mergulho nos pensamentos me perguntando se ela realmente ficaria bem. Esperei todo caos terminar. O fogo cessar e tudo se acalmar pra ir vasculhar os entulhos na procura da bicicleta velha, vermelha e enferrujada da vovó.
Depois de minutos, além de achar a bicicleta percebo que em sua cesta tinha uma sacola e por curiosidade a abri encontrando uma caixa de leite, um pacote de macarrão, duas latas de ervilhas e laranjas; e graças a Deus não encontrei nenhuma mão sangrando em brasa. Voltando feliz pra casa mal sabia eu que era só o começo de uma história sem data e hora para o fim.

Que a melhor história vença!
Kisses...

3 comentários :

  1. Voto "A lenda de Welville", por Carolina Santos.

    Kissus!
    http://eli-my-paradise.blogspot.pt/

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  2. Vou Votar na "A lenda de Welville", por Carolina Santos. ^^

    Anime Shoujo ♥

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  3. Votei em "A Lenda de Welville" por Carolina Santos
    Não se esqueça de visitar e de deixar um comentário em http://www.fashion--and--you.blogspot.pt/

    Beijos :9

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